quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Adriles Ulhoa Filho

Adriles Ulhoa Filho

Membro da ALNM
adriles@uai.com.br

Com atenção e particular interesse li o relatório da Fundação Acangaú, publicado na edição de setembro/2007 desse jornal, sobre as medidas compensatórias e mitigatórias recomendadas em nome da população de Paracatu, para o pacífico andamento do Projeto III da RPM - Rio Paracatu Mineração nessa cidade. Sou um paracatuense inconformado com a maneira que a exploração da Mina do Morro do Ouro vem sendo feita: sem contrapartida razoável à população, que já sofre efeitos nocivos e mais ainda poderá sofrer no futuro, dada a maneira predatória e enganosa, até então, que os projetos vêm sendo executados – trocados por migalhas.  Quero dar meus parabéns a esse jornal e a Fundação Acangaú pela inciativa. Contem comigo.