domingo, 26 de abril de 2009

KETTLE RIVER-BUCKHORN: O FUTURO DA MINERAÇÃO


A RPM É INCOMPETENTE
A RPM É INCOMPETENTE

A RPM em Paracatu quer economizar às custas dos recursos da cidade.

A Kinross - QUE É QUEM MANDA NA RPM - sabe como fazer a coisa certa, mas seus representantes na RPM - LAMENTAVELMENTE BRASILEIROS - ou são surdos (não ouvem a matriz), ou cegos (não leêm a própria revista que distribuem) ou são analfabetos funcionais (não entendem o que leêm), ou são incompetentes e incapazes de fazer o que o seu próprio patrão diz que fez.

A RPM tenta enganar dizendo que não existe outro local para a barragem de rejeitos, mas em Kettle River-Buckhorn transporta seu material por 76 quilômetros.

Em Paracatu a RPM quer empurrar sua barragem de rejeitos goela abaixo dos paracatuenses como única solução e ameaça fechar as portas.

ISTO É CHANTAGEM e as vítimas são os pequenos assalariados que temem pela perda de seus empregos.

ESSA CHANTAGEM é feita por brasileiros contra brasileiros.

CHANTAGEM é tentar obter vantagem mediante ameaça.

A KINROSS provou que pode trabalhar corretamente, mas a RPM dirigida por brasileiros acha que além de extrair o ouro deve entregar a consciência construindo um modelo predatório de "ALTO LUCRO" para garantir seus próprios empregos.

Creiam que os "graduados" da RPM estão defendendo seus próprios empregos e pouco se importando com os pequenos e com o restante da população.

LEIA ABAIXO E PENSE.

Serrano Neves

KETTLE RIVER-BUCKHORN: O FUTURO DA MINERAÇÃO

Dados resumidos
Localização: Estado de Washington, EUA.
Cidade importante mais próxima: Spokane, 250 km ao sul; população 204.000
Propriedade: 100% Kinross
Mineração: subterrânea

DA OPOSIÇÃO PARA A COLABORAÇÃO E O SUCESSO

Nossa Mina Buckhorn no Estado de Washington, na costa oeste dos Estados Unidos, foi o terceiro projeto de crescimento Kinross a iniciar a produção em 2008. E apesar de não ter sido o maior, ele foi verdadeiramente uma realização histórica em outros aspectos.

Em alguns momentos, parecia que Buckhorn nunca seria construída.

Quando se propôs uma operação a céu aberto em Buckhorn na década de noventa, enfrentamos uma forte oposição da comunidade local, dos políticos e reguladores - ameaçando paralisar os planos de desenvolvimento.

Na ocasião em que Kinross adquiriu Buckhorn, em 2006 (antes a Kinross detinha uma participação na mina), o projeto tinha se modificado drasticamente. Ele fora radicalmente repensado como uma mina subterrânea, com área de cobertura muito menor e que minimizava o impacto no meio ambiente circundante (vide página seguinte).

Outra etapa chave para ganhar a aceitação da comunidade para Buckhorn foi a forumação do CAB - Conselho Consultivo dos Cidadãos. O CAB representava uma amostra diversificada da comunidade local e era um fórum aberto para discutir potenciais impactos, e para assegurar que o projeto fosse ecologicamente seguro e minimamente perturbador para a comunidade local. O CAB fez provas de ser um fórum altamente exitoso para resolver as preocupações, e o resultado foi um "acordo de boa vizinhança" que descreve como a mina e a comunidade local podem trabalhar juntas da melhor forma.

A etapa final na pavimentação do caminho para Buckhorn ocorreu na primavera de 2008. Liderada por Greg Etter, Procurador Geral Vice-Presidente, Relações Governamentais Estados Unidos, a Kinross negociou um acordo com alguns poucos restantes oponentes do projeto. Sob o acordo, todos os recursos de licença foram extintos, e Kinross concordou em custear projetos terceirizados de monitoração ambiental e de restauração de habitats adicionais nas Okanagan Highlands.

No outono de 2008, caminhões estavam transportando o minério da Mina Buckhorn concluída para a usina recondicionada em Kettle River, a 76 km de distância. Em outubro, foi produzido o primeiro ouro - a primeira de aproximadamente um milhão de onças que devem ser produzidas nos próximos nove anos. Duas décadas depois da sua descoberta, a Kinross e a comunidade finalmente comemoraram a chegada de Buckhorn.

UM MODELO PARA MINERAÇÃO DE PEQUENA PEGADA

"Quando se olha para Buckhorn, vê-se o futuro da mineração." Tye Burt, President e CEO

A equipe de Kettle River-Buckhorn está fazendo todo o possível para minimizar o impacto ambiental da nova mina:

. Substituiu o projeto a céu aberto com um projeto de mina subterrânea

. Reduziu o uso de terra de superfície de 787 acres para 117 acres

. Reduziu o consumo geral de água em aproximadamente 95%

. Empregou um sistema de tratamento de água que pode reduzir a presença de compostos metálicos a níveis menores do que os encontráveis na água subterrânea não afetada

. Reduziu os impactos sobre os moradores da estrada, restringindo as horas de carreto e transporte de caminhões

. Proveu fundos para projetos adicionais de restauração em áreas alagadas, habitats e atividades pesqueiras, e para projetos de melhorias da comunidade local

Em 2007, Kettle River recebeu o Prêmio "Platina por Excelência Corporativa" da Associação Noroeste de Mineração, pela liderança em projetar e obter licença para uma mina que tem um impacto mínimo sobre o meio ambiente e o ecossistema circundante.

"Kettle River-Buckhorn vai energizar a economia local e também é projetada de modo a respeitar o seu entorno natural, algo que é realmente importante para todos nós que vivemos aqui." Brent Bailey, Gerente Ambiental

"Em Kettle River-Buckhorn, nossa gente comprovou que se pode construir uma mina de modo diferente do que tinha sido contemplado, e construí-la ainda melhor com o suporte da comunidade local. Somos a prova viva de que a comunicação aberta pode pavimentar o caminho à frente." Lauren Roberts, Gerente Geral, Kettle River-Buckhorn

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Sergio Ulhoa Dani
Reserva do Acangaú, zona rural
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