quarta-feira, 10 de junho de 2009

Relatório independente implica presidente da Kinross em terrorismo, lavagem de dinheiro e de ouro e operações financeiras fraudulentas




Relatório independente implica presidente da Kinross em terrorismo, lavagem de dinheiro e de ouro e operações financeiras fraudulentas


O que teria sido um “ato terrorista”, pode na verdade ter sido uma operação orquestrada para acobertar fraudes e lavagem de dinheiro e de ouro

Estará Paracatu sendo útil para o esquema internacional de lavagem de ouro?

Por Sergio U. Dani (*)

Relatório independente publicado em dezembro de 2008 [1] sobre atentado às torres gêmeas de Nova York, ocorrido em 11 de setembro de 2001, sugere a participação do serviço secreto de Israel no atentado, que teria tido apoio da máfia russa, executivos de negócios e até funcionários de governos.

Segundo o relatório, a operação terrorista visou acobertar lavagem de ouro e operações financeiras e securitárias fraudulentas. O atual presidente da Kinross Gold Corporation, Tye W. Burt, é citado várias vezes no relatório como uma peça importante do esquema de lavagem de ouro e operações financeiras fraudulentas.

A Kinross adquiriu participação na mina de ouro de Paracatu em 2003, e comprou toda a participação na mina, em 2004. A mina de Paracatu responde por mais de 60% das reservas provadas de ouro da Kinross em todo o mundo. Estará Paracatu sendo útil para o esquema internacional de lavagem de ouro?

Trechos do relatório:

(...) “Houve um grupo diversificado de executivos (banqueiros e comerciantes) americanos, canadenses, russos, suíços e funcionários de governo que permitiram que o ataque ao World Trade Center acontecesse, e evitaram que a verdadeira história sobre o que realmente aconteceu fosse contada, com os propósitos de lucro financeiro e proteção contra processos por cumplicidade em atividades de lavagem de ouro ilegais e a venda fraudulenta de papéis e garantias lastreadas em ouro. Sob a vigência da Lei Federal 18 U.S.C. 371 – Estatuto da Conspiração, eles são igualmente culpados, como se eles tivessem iniciado a decisão. Este grupo inclui, mas não se limitada, a Adnan Khashoggi; Kamal Adham; George Bush Sr.; Tye Burt – antigo Presidente do Deutsche Bank Canadá e Deutsche Bank Alex Brown Securities Canada; Otto Pohl, antigo Presidente do Banco Central alemão (Bundesbank) e oficial principal do Banco Internacional de Acordos (International Bank of Settlements) e FMI-Fundo Monetário Internacional; Edgar Bronfman e Mayo Shattuck, que deixou a sua posição como CEO do Deutsche Bank America no dia 12 de Setembro de 2001 e é o conselheiro financeiro de Khashoggi e Bronfman. As circunstâncias que levam a esta conclusão são:

1. Há entre 6.000 toneladas e 280.000 toneladas de ouro ilegal, roubado, guardado em barras em todo o mundo. Este ouro tem de ser lavado. Esse ouro foi roubado do tesouro nacional das Filipinas, União Soviética, França e Tchecoslováquia. Há inúmeras fontes que identificam George Bush Sr. e Adnan Khashoggi, com Ferdinand Marcos, como extensivamente implicados no roubo do tesouro das Filipinas.

2. Os peritos em commodities que acompanham o mercado de ouro têm se queixado de que quantidades inexplicáveis de ouro têm aparecido no mercado desde os anos de 1990. Esses aumentos são atribuídos a vendas de “futuros de ouro” - na ausência de qualquer outra explicação.

3. Não houve nenhuma investigação formal conhecida sobre a possível lavagem deste ouro, exceto possivelmente a investigação do FBI enterrada no World Trade Center. Esta investigação foi ligada ao processo GATA/Howe contra os bancos que têm depósitos de ouro em barras, inclusive o Deutsche Bank.

4. Um grupo significativo de indivíduos poderosos, com conexões demonstradas ao movimento de ouro ilegal, esteve diretamente implicado na criação de uma companhia de produção de ouro, que esteve em uma batalha judicial sobre a legalidade de alguns dos seus negócios. (Que resultou em um acordo selado em Janeiro de 2006.) Um grupo significativo desses indivíduos têm uma história de conexões à atividade de lavagem de dinheiro. Esses grupos incluem George Bush Sr., Adnan Khashoggi, Khalid bin Mahfouz e Edgar Bronfman.

5. O êxito desta companhia em fazer hedging de ouro desafia a compreensão dos peritos desta indústria. A companhia teve um sucesso tão extremo em mineração, que os peritos da indústria consideraram o seu potencial “duvidoso”. Essas condições inexplicáveis podem ser explicadas pela hipótese da lavagem de ouro.

6. Dois dos indivíduos (Khashoggi e Mahfouz) que começaram, controlaram e possuíram porções significativas desta companhia de ouro são a mesma gente que começou, controlou e possuiu uma companhia que organizou e “treinou” onze dos seqüestradores do 11 de setembro, que estiveram implicados na destruição do World Trade Center. Este evento “terrorista” efetivamente pôs fim à investigação do FBI sobre comércio global de ouro em que esta companhia esteve implicada.

G. Os executivos financeiros alemães, suíços, russos e sauditas, combinados com os seus parceiros de negócios nos Estados Unidos (Grupo de Carlyle) inicialmente solicitaram o ataque ao World Trade Center com os seguintes objetivos:

1. Paralisar uma série de investigações do FBI e outras agências federais que estavam no processo de expor as atividades ilegais e multibilionárias de lavagem de ouro e dinheiro e fraude de seguros. O rastreamento das transações de depósitos e saques nas contas de indivíduos associados a essas investigações teria exposto:

. a retenção ilegal dos tesouros nacionais em barras de ouro da União Soviética, Filipinas, França, Tchecoslováquia, Japão, Cazaquistão, Angola e mais, bem como

. a participação majoritária da “Família Bush” no Banco de Nova York / escândalo de lavagem de dinheiro da Máfia Russa, com a sua fonte última de consolidação na fraude de bond de Bardy/Durham, de 11 de Setembro de 1991;

2. Destruir registros potencialmente incriminadores do Deutsche Bank e US Export-Import Bank e relatórios investigativos (FBI, SEC, Serviço Secreto, IRS, Alfândega dos EUA, Auditores Fiscais do Estado de NY) associados com aquelas atividades de lavagem de ouro e dinheiro e fraude de seguros;

3. Aumentar suas competitividades e rentabilidade a curto prazo no mercado europeu de investiment banking;

4. Vingar contra “os Estados Unidos e a sua economia” por transgressões econômicas passadas contra a indústria bancária alemã.”


(…) “Em 2002, logo depois que o Deutsche Bank Alex Brown Securities Canada e Adnan Khashoggi foram processados pela MJK Securities por fraude, o antigo CEO do Deutsche Bank canadense tornou-se um membro de Conselho de Diretores Executivos da Barrick Gold. Aquele indivíduo foi Tye W. Burt – o antigo Presidente do Deutsche Bank Canada e Deutsche Bank Alex Brown Securities Canada, e Diretor-gerente e Chefe do Deutsche Bank’s Global Metals and Mining Group. Novamente, um executivo do parceiro financeiro de Khashoggi (Deutsche Bank Canada) é trazido para uma posição de controle.”

(...) “(A empresa) Barrick Gold é ligada estreitamente ao Cartel Bancário por um dos membros mais permanentes do Conselho Consultivo - Karl Otto Pohl, o antigo Presidente do banco central alemão (Bundesbank) e o oficial principal do Banco Internacional de Acordos (International Bank of Settlements) e FMI-Fundo Monetário Internacional. Também no Conselho da Barrick estava o antigo executivo do Deutsche Bank canadense, Tye W. Burt – o antigo Presidente do Deutsche Bank Canada e Deutsche Bank Alex Brown Securities Canada, e Diretor-gerente e Chefe do Deutsche Bank’s Global Metals and Mining Group. Burt esteve implicado quando o Deutsche Bank canadense apoiou Khashoggi na fraude da MJK Securities. Burt abandonou o banco logo depois que a fraude foi descoberta. Observe também, dois dos grandes investidores iniciais na Barrick – Khashoggi e Bronfman – usaram o mesmo conselheiro financeiro pessoal: Mayo Shattuck do Deutsche Bank Alex Brown. Mayo Shattuck foi o assistente principal de Buzzy Krongard quando ele trabalhou no Deutsche Bank Alex Brown. Ambos, pelos seus papéis executivos no Deutsche Bank Alex Brown estiveram em uma posição para serem familiares com os depósitos de ouro de Khashoggi/Marcos naquele Banco. Lembre-se de que Krongard conseguiu a fusão entre o Bankers Trust e o Deutsche Bank Alex Brown, e que o Bankers Trust é o banco que recebeu montantes significativos do ouro de Marcos com a ajuda de Khashoggi.”


(*) Sergio Ulhoa Dani, reportando de Göttingen, Alemanha, para o Alerta Paracatu, em 10 de junho de 2009.

Fonte:
[1] “The September 11 Commission Report”, publicado por J.P. Heidner, em: http://www.scribd.com/doc/9423598/September-11-Commission-Report-Revised-December-008