Defender o que nos pertence pela própria natureza
No iluminismo desenvolveu-se a idéia da liberdade como direito natural do indivíduo, lançando assim as bases da tradição liberal, em oposição à tradição democrática grega dos direitos coletivos ou da "polis". O dever do Estado liberal passa a ser a proteção do direito nautral à liberdade que o indivíduo tinha antes de pertencer a uma comunidade. O Estado deve garantir esse direito mesmo depois que o indivíduo sai do estado natural para passar a fazer parte da comunidade. O principal propósito de formar uma comunidade passa a ser o de proteger a propriedade, aquilo que nos pertence pela própria natureza, sejam bens materiais, como a terra e a vida, sejam os bens imateriais, espirituais ou culturais, como a identidade, a liberdade, os valores, conhecimentos e tradições.
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Sergio Ulhoa Dani, Dr.med., D.Sc. habil.
Göttingen, Germany
Tel. 00(XX)49 15-226-453-423
srgdani@gmail.com
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Os inúteis, nos primórdios da democracia
Os inúteis, nos primórdios da democracia
Um bom exemplo do desprezo que os primeiros democratas sentiam em relação àqueles que não participavam da vida social ou política pode ser encontrado na palavra moderna "idiota", que encontra suas origens na palavra grega antiga (ἰδιώτης) que significa um indivíduo egoísta, uma pessoa que não está ativamente envolvida na política; essas características pessoais eram tratadas com desprezo e a palavra acabou adquirindo seu significado moderno. Em sua Oração Fúnebre, Péricles afirma o seguinte: "Έλληνες (os gregos) consideramos aquele que não participa dessas tarefas não como sem ambição, mas como inútil".
Fonte:
http://en.wikipedia.org/wiki/Athenian_democracy#Individualism_in_Athenian_democracy
Sergio Ulhoa Dani, Dr.med., D.Sc. habil.
Goettingen, Germany
Tel. 00(XX)49 15-226-453-423
srgdani@gmail.com
Um bom exemplo do desprezo que os primeiros democratas sentiam em relação àqueles que não participavam da vida social ou política pode ser encontrado na palavra moderna "idiota", que encontra suas origens na palavra grega antiga (ἰδιώτης) que significa um indivíduo egoísta, uma pessoa que não está ativamente envolvida na política; essas características pessoais eram tratadas com desprezo e a palavra acabou adquirindo seu significado moderno. Em sua Oração Fúnebre, Péricles afirma o seguinte: "Έλληνες (os gregos) consideramos aquele que não participa dessas tarefas não como sem ambição, mas como inútil".
Fonte:
http://en.wikipedia.org/wiki/Athenian_democracy#Individualism_in_Athenian_democracy
Sergio Ulhoa Dani, Dr.med., D.Sc. habil.
Goettingen, Germany
Tel. 00(XX)49 15-226-453-423
srgdani@gmail.com
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
CMM e Antônio Ermírio de Moraes processados por desastre ambiental em Vazante, Minas Gerais
CMM e Antônio Ermírio de Moraes processados por desastre ambiental em
Vazante, Minas Gerais
Uberlândia, 17 de novembro de 2009. O Ministério Público Federal, pelo
procurador Cléber Eustáquio Neves, entrou com Ação Civil Pública
contra a Companhia Mineira de Metais e seu presidente, o empresário
Antônio Ermírio de Moraes, por causa do desastre ambiental causado
pela mineradora no município mineiro de Vazante.
Além da CMM e Antônio Ermírio, a ação do MPF também é dirigida contra
a Votorantim Metais Zinco S/A, João Bosco Silva, a União Federal, o
Departamento Nacional de Produção Mineral – DNPM, o Estado de Minas
Gerais e o Município de Vazante. Saiba mais sobre o caso de Vazante
lendo o artigo de Maria Luisa Mendonça, publicado neste blog [1].
[1] Mina subterrânea da Votorantim gera devastação ambiental. Artigo
de M. L. Mendonça, novembro de 2009.
Vazante, Minas Gerais
Uberlândia, 17 de novembro de 2009. O Ministério Público Federal, pelo
procurador Cléber Eustáquio Neves, entrou com Ação Civil Pública
contra a Companhia Mineira de Metais e seu presidente, o empresário
Antônio Ermírio de Moraes, por causa do desastre ambiental causado
pela mineradora no município mineiro de Vazante.
Além da CMM e Antônio Ermírio, a ação do MPF também é dirigida contra
a Votorantim Metais Zinco S/A, João Bosco Silva, a União Federal, o
Departamento Nacional de Produção Mineral – DNPM, o Estado de Minas
Gerais e o Município de Vazante. Saiba mais sobre o caso de Vazante
lendo o artigo de Maria Luisa Mendonça, publicado neste blog [1].
[1] Mina subterrânea da Votorantim gera devastação ambiental. Artigo
de M. L. Mendonça, novembro de 2009.
Mina subterrânea da Votorantim gera devastação ambiental
Mina subterrânea da Votorantim gera devastação ambiental
Maria Luisa Mendonça, de Vazante-MG, novembro de 2009
A estrada que leva à Vazante tem os contornos de Minas. As montanhas
onduladas, cobertas de cerrado, nem parecem reais. Têm um tom
cinematográfico. Por aqui passam os rios Santa Catarina e Paracatu,
que são afluentes do São Francisco. A região, rica em minérios, é
explorada pela Companhia Mineira de Metais, do Grupo Votorantim.
Maria Luisa Mendonça, de Vazante-MG, novembro de 2009
A estrada que leva à Vazante tem os contornos de Minas. As montanhas
onduladas, cobertas de cerrado, nem parecem reais. Têm um tom
cinematográfico. Por aqui passam os rios Santa Catarina e Paracatu,
que são afluentes do São Francisco. A região, rica em minérios, é
explorada pela Companhia Mineira de Metais, do Grupo Votorantim.
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