sábado, 4 de setembro de 2010

Kinross convida incompetentes para defendê-la das acusações de genocídio em Paracatu

Quando se trata de saúde pública, mineradora transnacional canadense Kinross convida incompetentes para defendê-la das acusações de genocídio em Paracatu

Por Sergio U. Dani, de Göttingen, Alemanha, em 4 de setembro de 2010

Acabo de receber cópia do jornal “O Movimento”, que traz reportagem sobre o seminário da mineradora transnacional canadense RPM/Kinrros entitulado "diálogo aberto com a comunidade", que teve o subtítulo “fala que eu te ouço”. O seminário ocorreu na sede da Igreja Presbiteriana do bairro Vila Mariana, em Paracatu, das 8 às 18 horas do dia 21 de agosto. A participação popular foi tímida, o povo está cansado das mentiras da mineradora genocida.

A mineradora trouxe gente da empresa “CEMEA-Centro Mineiro de Estudos Epidemiológicos e Ambientais Limitada (CNPJ 05.334.322/0001-90)”, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e da Universidade Federal de Viçosa (UFV) sob sua batuta para tentar convencer que está tudo bem em Paracatu, que o arsênio não está matando e as casas não estão rachando. Não conseguiu.


Na parte da manhã, segundo meus colegas da imprensa presentes,
ouviu-se um blablablá dos entendidos técnicos que ninguém entendeu.
Atônitos, todos se perguntavam onde estava o prometido diálogo.

Ilustres incompetentes

Entre os entendidos convidados da Kinross, o médico Gustavo Werneck,
diretor da empresa "Centro Mineiro de Estudos Epidemiológicos e
Ambientais" tem apenas dois artigos científicos publicados em revistas
indexadas, todos dois artigos sobre asma. Werneck não tem nenhuma
competência comprovada através de estudos científicos sobre arsênio,
apesar disso transbordava segurança e autoridade ao afirmar que "não
há nenhum risco de contaminação por arsênio em Paracatu". Em outras
palavras, o que cientistas internacionalmente respeitados da UFMG e da
Universidade de Freiberg, da Alemanha, através de estudos científicos
disseram que existe, o curioso Gustavo Werneck teima em dizer que não
existe. Suas afirmações revelam total desprezo pela ciência e pela
saúde da população, e estranho apego à mineradora.

A engenheira química Virgínia Ciminelli é da UFMG, tem boa produção
científica em sua área, inclusive 9 estudos publicados sobre arsênio
em resíduos sólidos de mineração, mas nada sobre efeitos do arsênio
sobre a saúde humana. Mesmo assim, veio para dizer que “todos os dados
aos quais teve acesso sobre possível contaminação na água, casos de
poeira e contaminação clínica, arsenopirita e cianeto nenhum desses
resultados apontam nenhum risco para à população paracatuense, que
pode ficar tranqüila”. Não estou tranqüilo, estou muito assustado com
o ponto em que chegamos. Ciminelli é engenheira química, não é médica,
não possui competência na área de saúde, mas está fazendo diagnóstico
e aconselhamento em Paracatu.

O mesmo pode-se dizer sobre o engenheiro agrônomo Jaime Mello, da UFV,
com 3 estudos sobre arsênio em solos e sedimentos, mas nada sobre
efeitos do arsênio sobre a saúde. Pode ser um bom cientista de solos,
mas não é competente para falar sobre efeitos do arsênio sobre a saúde
humana.

O quarto convidado da Kinross foi o engenheiro mecânico e aeronáutico
Marco Antonio Mendonça Vecci, também pertencente aos quadros de
servidores públicos da universidade pública, UFMG. Como pesquisador
científico, Vecci publicou apenas 2 artigos sobre acústica de
edificações em periódicos, tendo preferido prestar dezenas de
consultorias profissionais, acredito que muito bem remuneradas, dada
sua elevada qualificação profissional. Sua especialidade é a acústica
de edificações, não os efeitos da acústica sobre a saúde humana. Ele
reconhece que as "detonações da mina da Kinross são percebidas
realmente pela comunidade", mas enfatiza que “essa questão de gerar
incômodo ou não é uma coisa muito complexa e existem pessoas mais
sensíveis do que outras". Ele poderia ter igualmente admitido que
existem estruturas mais sensíveis que outras, mas fez questão de falar
em alto e bom tom para ser ouvido pelos ouvidos da Kinross: “Os
índices registrados estão bem aquém dos índices apontados como índices
de danos estruturais”. Não sei que índices Vecci utiliza, o que sei é
que os terremotos causados pela Kinross em Paracatu provocam trincas
nas casas, prejuízos à economia popular e irritação nas pessoas,
talvez simplesmente porque as estruturas de Paracatu não obedecem aos
"índices de Vecci". Antes da mineradora, as casas de Paracatu
simplesmente não eram construídas à prova de terremotos. Nem toda a
competência de Vecci será suficiente nesse caso. Na ciência de avaliar
os danos das detonações em Paracatu, competente é a população da
cidade. Mas os competentes não foram contratados pela Kinross. Pelo
contrário, a Kinross contrata incompetentes para tentar neutralizar,
ridicularizar, desencorajar, humilhar e vilipendiar os competentes.

Se queria diálogo, por que a Kinross não convidou as pesquisadores do
Departamento de Química da UFMG e os pesquisadores da Universidade de
Freiberg que dosaram arsênio na poeira e nos sedimentos de córregos e
rios de Paracatu, encontrando concentrações muito acima das permitidas
por lei, e que eles próprios associaram à atividade da mineração de
ouro?

Se queria debate, por que a Kinross recusou-se a participar do
seminário organizado pela UnB em Paracatu, onde profissionais
competentes como o médico e cientista Eduardo Melo de Capitani, da
UNICAMP, especialista sobre toxicologia de metais pesados, inclusive
arsênio, discorreu sobre os riscos do arsênio para a saúde humana em
Paracatu?

Quando se trata da saúde do povo, a mineradora genocida prefere
contratar incompetentes. Mas é competentes na arte de fazer poeira e
barulho, empobrecer e matar gente aos milhares e aos poucos.

Conhecido impostor

Na parte da tarde, o destaque do “fala que eu te ouço” ficou por conta
do radialista e bacharel em direito, Geraldo do Carmo Filho Júnior, da
Rádio Comunitária de Paracatu.

Dirigindo-se a um dos mais conhecidos defensores e servidores da
Mineradora Kinross, o presidente da ONG “Movimento Verde” de Paracatu,
Antônio Eustáquio, o “Tonhão” (Tonhão é conhecido em Paracatu por agir
“na calada” junto aos órgãos públicos de licenciamento a favor das
atividades da Kinross, na condição de “representante da sociedade
civil”), Geraldo disparou: “De que lado você está Tonhão? Do lado do
povo de Paracatu, ou você é assalariado da RPM/Kinross? Você não é o
meu representante!” concluiu Geraldo Júnior, enquanto as vaias ecoavam
contra o presidente do “Movimento Verde”.

“A comunicação da KINRROS está completamente equivocada em dizer que
isso é um debate público, onde estão as pessoas?”, constatou Geraldo
Júnior, e desafiou a mineradora: “Se quiserem fazer outro Seminário me
avisem que darei de graça toda a comunicação e aluguem um estádio de
futebol por que eu o encherei de gente....”

Geraldo Júnior ainda conseguiu um feito: cobrar da empresa a partir de
agora o emplacamento de todos os veículos da mineradora, inclusive o
maquinário pesado. Imaginem quantos anos esse maquinário pesado
trabalhou sem placa, onerando os cofres públicos.

O balanço: “fala que eu te ouço”, mas não te ouço, não acredito e não aceito

O seminário “fala que eu te ouço” revelou uma Kinross acuada por
denúncias e provas e evidências de genocídio, uma transnacional
procurando se defender e enganar o povo, com um time de incompetentes
e impostores sob seu comando. Inútil. Nada que ela faça ou fale
consegue mais esconder os gigantescos danos que ela causa ao ambiente
e à saúde da população.

Os órgãos estaduais e federais parecem finalmente se mover após um
longo período de letargia, negligência e até corrupção. O INCRA
solicitou ao DNPM a suspensão das atividades da mineradora em
Paracatu.

A diretora da Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Paracatu
(SEMEA), Sra. Cláudia Araújo Torres, anunciou que contratou uma
empresa por 350 mil reais para fazer os exames epidemiológicos
exigidos no bojo de um pedido administrativo e uma Ação Civil Pública
movidos pela Fundação Acangaú contra a mineradora e a prefeitura.
Entretanto, a representante do poder público não revelou detalhes da
contratação, o que suscitou um pedido de esclarecimentos encaminhado
por mim à prefeitura, por intermédio do vereador Romualdo Ulhoa.

A secretária do meio ambiente reconheceu que ninguém acredita mais nas
informações que vêm da mineradora. Quando um colega da imprensa
afirmou que “isso é resultado de um trabalho pesado do grupo liderado
pelo Dr. Sergio Dani” ela retrucou, assustada: “Mas eu não trabalho da
forma do Sergio Dani!”. Meu colega não perdeu a oportunidade para
responder: “Agora não precisa mesmo fazer como o Sergio Dani, depois
da onça morta, até os cãezinhos mijam em cima”...

8 comentários:

  1. DENÚNCIA: SÍTIO CALDEIRÃO, O ARAGUAIA DO CEARÁ – UMA HISTÓRIA QUE NINGUÉM CONHECE PORQUE JAMAIS FOI CONTADA

    “As Vítimas do Massacre do Sítio Caldeirão
    têm direito inalienável à Verdade, Memória,
    História e Justiça!” Otoniel Ajala Dourado

    O MASSACRE DELETADO DOS LIVROS DE HISTÓRIA

    No município de CRATO, interior do CEARÁ, BRASIL, houve um crime idêntico ao do “Araguaia”, foi a CHACINA praticada pelo Exército e Polícia Militar em 10.05.1937, contra a comunidade de camponeses católicos do SÍTIO DA SANTA CRUZ DO DESERTO ou SÍTIO CALDEIRÃO, cujo líder religioso era o beato “JOSÉ LOURENÇO GOMES DA SILVA”, paraibano negro de Pilões de Dentro, seguidor do padre CÍCERO ROMÃO BATISTA, encarados como “socialistas periculosos”.

    O CRIME DE LESA HUMANIDADE

    O crime iniciou-se com um bombardeio aéreo, e depois, no solo, os militares usando armas diversas, como metralhadoras, fuzis, revólveres, pistolas, facas e facões, assassinaram na “MATA CAVALOS”, SERRA DO CRUZEIRO, mulheres, crianças, adolescentes, idosos, doentes e todo o ser vivo que estivesse ao alcance de suas armas, agindo como juízes e algozes. Meses após, JOSÉ GERALDO DA CRUZ, ex-prefeito de Juazeiro do Norte/CE, encontrou num local da Chapada do Araripe, 16 crânios de crianças.

    A AÇÃO CIVIL PÚBLICA PROPOSTA PELA SOS DIREITOS HUMANOS

    Como o crime praticado pelo Exército e Polícia Militar do Ceará é de LESA HUMANIDADE / GENOCÍDIO é IMPRESCRITÍVEL conforme legislação brasileira e Acordos e Convenções internacionais, a SOS DIREITOS HUMANOS, ONG com sede em Fortaleza – CE, ajuizou em 2008 uma Ação Civil Pública na Justiça Federal contra a União Federal e o Estado do Ceará, requerendo: a) que seja informada a localização da COVA COLETIVA, b) a exumação dos restos mortais, sua identificação através de DNA e enterro digno para as vítimas, c) liberação dos documentos sobre a chacina e sua inclusão na história oficial brasileira, d) indenização aos descendentes das vítimas e sobreviventes no valor de R$500 mil reais, e) outros pedidos

    A EXTINÇÃO SEM JULGAMENTO DE MÉRITO DA AÇÃO

    A Ação Civil Pública foi distribuída para o Juiz substituto da 1ª Vara Federal em Fortaleza/CE e depois, para a 16ª Vara Federal em Juazeiro do Norte/CE, e lá em 16.09.2009, extinta sem julgamento do mérito, a pedido do MPF.

    RAZÕES DO RECURSO DA SOS DIREITOS HUMANOS PERANTE O TRF5

    A SOS DIREITOS HUMANOS apelou para o Tribunal Regional da 5ª Região em Recife/PE, argumentando que: a) não há prescrição porque o massacre do SÍTIO CALDEIRÃO é um crime de LESA HUMANIDADE, b) os restos mortais das vítimas do SÍTIO CALDEIRÃO não desapareceram da Chapada do Araripe a exemplo da família do CZAR ROMANOV, que foi morta no ano de 1918 e a ossada encontrada nos anos de 1991 e 2007;

    A SOS DIREITOS HUMANOS DENUNCIA O BRASIL PERANTE A OEA

    A SOS DIREITOS HUMANOS, como os familiares das vítimas da GUERRILHA DO ARAGUAIA, denunciou no ano de 2009, o governo brasileiro na Organização dos Estados Americanos – OEA, pelo DESAPARECIMENTO FORÇADO de 1000 pessoas do SÍTIO CALDEIRÃO.

    QUEM PODE ENCONTRAR A COVA COLETIVA

    A “URCA” e a “UFC” com seu RADAR DE PENETRAÇÃO NO SOLO (GPR) podem localizar a cova coletiva, mas não o fazem porque para elas, os fósseis de peixes do “GEOPARK ARARIPE” são mais importantes que as vítimas do SÍTIO CALDEIRÃO.

    A COMISSÃO DA VERDADE

    A SOS DIREITOS HUMANOS em julho de 2010 passou a receber apoio da OAB/CE pelo presidente da entidade Dr. Valdetário Monteiro, nas buscas da COVA COLETIVA das vítimas do Sítio Caldeirão, e continua pedindo aos internautas divulguem a notícia, bem como a envie para seus representantes no Legislativo, solicitando um pronunciamento exigindo do Governo Federal a localização da COVA COLETIVA das vítimas do SÍTIO CALDEIRÃO.

    Paz e Solidariedade,

    Dr. Otoniel Ajala Dourado
    OAB/CE 9288 – 85 8613.1197
    Presidente da SOS – DIREITOS HUMANOS
    Editor-Chefe da Revista SOS DIREITOS HUMANOS
    Membro da CDAA da OAB/CE
    www.sosdireitoshumanos.org.br
    sosdireitoshumanos@ig.com.br
    http://revistasosdireitoshumanos.blogspot.com

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  2. Imagens da construção a nova barragem de rejeitos da RPM está disponível no Google earth,
    Confiram e vejam o grande impacto ambiental que a RPM está causando devido ao desmatamento de uma enorme área verde, para a construção da nova barragem.

    E todo o imenso desmatamento feito em menos de 5 meses!!!

    Alerta Paracatu!!!

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  3. Olá!!
    Não sou de Paracatu, mas já tenho conhecimento do desastre ambiental q esta se formanando nessa cidade.
    Fico triste com o descaso do governo quanto a isso.
    É precido lutar.....
    Lutar contra esse horror...
    Boa sorte a todos de Paracatu/MG

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  4. Dr. Sérgio,
    Moro em Paracatu há quase 1 ano e tenho horror com o desastre ecológico que a Kinross faz com esta cidade. É revoltante que todos os dias úteis, às exatas 16hs tenha um "mini" terremoto explodindo o solo para se tirar ouro e nos envenenar com arsênio. E pior trazer pesquisadores dizer que tudo está no LIMITE da normalidade. Realmente no LIMITE! Mas até quando?
    Vamos lutar contra o descaso do governo que ainda dará novamente um novo alvará à Kinross para continuar explorando o solo, usando o nome de outra mineradora. E a população ainda acredita que é OUTRA MINERADORA, mas NÃO é a MESMA KINROSS.
    É revoltante.
    Núbia

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  5. Acho que a Kinross deveria sair dessa cidade, Paracatu certamente tem uma economia bem desenvolvida e poucos moradores perderiam seus empregos, sendo rapidamente reabsorvidos pela efervescente economia local. A mina existe há apenas 30 anos, em tao pouco tempo e com tantas casas que ruiram graças aos terremotos, é clara a responsabilidade da empresa.

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  6. Meeu Deus, como esse povo cria hipóteses, intitula ou desentitula pessoas para defender uma idéia própria. O arsênio está ligado diretamente ao ouro e aos sulfetos, como a arsenopirita e a pirita, antes mesmo da lavra da mineradora o elemento químico Arsênio já estava presente no meio, em insignificantes quantidades, sendo lixiviados pelo intemperismo para leitos e atmosfera. O arsênio é um elemento perigoso, porém, com o tratamento e descarte correto do mesmo, não gera danos ao meio ambiente.

    Creio que estas críticas destrutivas deveriam ser repensadas, se a Kinross sair de Paracatu o que será dos mais de quatro mil empregados diretos e indiretos contratados pela mesma?... Danos ambientais são gerados, mas são amenizados, e isso é certo, temos um depósito mineral excelente para extração, o único problema é que fica ao lado da comunidade, baseando nisso, as detonações intituladas por leigos como "terremotos, explosões, etc" conhecido por especialistas como Desmonte Controlado de Rocha, geram numa escala de 0 a 15 na escala Richter, 2 pontos, é uma média excelente para uma operação perto de comunidades.
    Antes de falarem mal, analisem, pesquisem e olhem pelo lado positivo. Pois é muito fácil uma pessoa sem instrução falar mal e colocar a moral de uma empresa com nome no mercado em jogo, difícil é fazer um trabalho dígno, levando o conhecimento adequado e com qualidade à população. Sou um simples estudante de engenharia que preza por valores morais, os quais não encontrei neste site.

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    1. Prezado Estevão, para um estudante de engenharia teria sido melhor ter lidado com números que estão neste mesmo blog sobre o teor de arsênio na rocha. Ademais, corrija seus conhecimentos sobre a Escala Richter que é de 1 a 10. Esteja atento que este site lida com valores ambientais e defende a vida e a saúde em primeiro lugar, e não empregos, pois doentes e mortos não precisam de emprego.
      Obrigado por comentar.

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  7. Sergio Ulhoa Dani9 de agosto de 2013 17:10

    Prezado Estevao,
    alguem já disse que moral e ética é o que fazemos quando somos observados, e caráter é o que fazemos quando ninguém nos observa. Nós nao nos importamos se nos chamam de amorais. Nosso caráter é defender a vida e a saúde. O resto é consequencia. Obrigado por interagir.


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