Mineração Arrasa Terras De Comunidades Quilombolas
http://www.brasilminingsite.com.br/includes/modulos/mdl_headline/exibir_headline.php?id=1331
Data: 25/10/2010
Fonte: Hoje em Dia
Kinross Gold é acusada na Justiça Federal de avançar sobre área cultivável de comunidades e de envenenar a água
O futuro dos remanescentes de três comunidades quilombolas de Paracatu, na Região Noroeste de Minas, deve ser definido neste ano pela Justiça. Essas populações, segundo a Procuradoria da República no Estado, estão sendo dizimadas pela Rio Paracatu Mineração (RPM), do grupo canadense Kinross Gold Corporation.
A ampliação da barragem de rejeitos tóxicos com dimensão dez vezes maior que a Lagoa da Pampulha (cerca de 2 mil hectares) já teria inutilizado quase a totalidade da área cultivável. Pesa ainda sobre a RPM a acusação de estar envenenando com arsênio a água consumida pela população local.
Ação civil pública relacionada às comunidades quilombolas dos Amaros, de São Domingos e Machadinho, está tramitando no Tribunal Regional Federal da 1ª Região.
Segundo o procurador da República em Patos de Minas, Onésio Soares Amaral, duas ações foram interpostas contra a RPM, em março de 2009 e em março deste ano. Ele relata que, desde 2004, remanescentes das comunidades Machadinho e Amaros vêm se deslocando de suas terras para a periferia de Paracatu, pressionados pela mineradora, que explora ouro em minas a céu aberto. O complexo processo envolve a concessão de lavra por órgãos oficiais, que foi revista e reformulada.
Amaral denuncia que nos relatórios das comunidades quilombolas, apresentados pela mineradora, foram omitidos dados importantes sobre as comunidades, localizadas, segundo ele, em áreas inalienáveis.
Ele lembra que os quilombolas começaram a deixar suas comunidades de origem no início da década de 1960, para trabalhar na construção de Brasília e em Cristalina, em Goiás. Hoje, afirma ele, a mineração RPM vem empregando meios sutis e também truculentos para afastar da área seus antigos habitantes, como a abertura de estradas próximas às casas dos quilombolas, aviso de compra e posse de escrituras na região circunvizinha, além de explosões de dinamite durante a madrugada.
O juiz federal José Humberto Ferreira declarou que a RPM ?está buscando o licenciamento ambiental para expandir sua lavra e construir a barragem de resíduos nas terras que estão sendo identificadas e delimitadas como sendo dos Remanescentes da Comunidade do Quilombo do Machadinho, o que tornaria letra morta o disposto no art. 68 do ADCT?.
O artigo em questão, do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, dispõe que ?aos remanescentes das comunidades dos quilombos que estejam ocupando suas terras é reconhecida a propriedade definitiva, devendo o Estado emitir-lhes os títulos respectivos?.
Neste caso, além de já terem sido reconhecidas oficialmente como remanescentes de quilombos e de terem tido as terras demarcadas pelo Incra, as comunidades aguardam apenas a conclusão do processo de outorga da titularidade pelo Estado.
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
A CARA DE PAU É UNIVERSAL
A CARA DE PAU É UNIVERSAL
Setecentos milhões de litros de lama tóxica vazaram da represa de uma empresa na Hungria (http://www.ecodebate.com.br/2010/10/07/enxurrada-de-lama-toxica-vermelha-queima-cidades-hungaras/) matando 4 pessoas, ferindo 120 e provocando a evacuação de habitantes no curso da enxurrada venenosa (metais pesados).
A perda de solo agrícola e a poluição do Rio Danúbio são de consequência devastadora (lama extremamente ácida), de longo prazo e de custo inestimável.
O proprietário da usina de refinamento de alumínio disse que a lama não é classificada como perigosa e que a empresa atende todos os padrões de segurança.
PRESTE ATENÇÃO: você pode adoecer ou morrer porque a lei está sendo cumprida, seja na Hungria ou em Paracatu.
Dura lex sed lex (a lei é dura mas é lei) sele seu caixão com durex.
Setecentos milhões de litros de lama tóxica vazaram da represa de uma empresa na Hungria (http://www.ecodebate.com.br/2010/10/07/enxurrada-de-lama-toxica-vermelha-queima-cidades-hungaras/) matando 4 pessoas, ferindo 120 e provocando a evacuação de habitantes no curso da enxurrada venenosa (metais pesados).
A perda de solo agrícola e a poluição do Rio Danúbio são de consequência devastadora (lama extremamente ácida), de longo prazo e de custo inestimável.
O proprietário da usina de refinamento de alumínio disse que a lama não é classificada como perigosa e que a empresa atende todos os padrões de segurança.
PRESTE ATENÇÃO: você pode adoecer ou morrer porque a lei está sendo cumprida, seja na Hungria ou em Paracatu.
Dura lex sed lex (a lei é dura mas é lei) sele seu caixão com durex.
sábado, 4 de setembro de 2010
Kinross convida incompetentes para defendê-la das acusações de genocídio em Paracatu
Quando se trata de saúde pública, mineradora transnacional canadense Kinross convida incompetentes para defendê-la das acusações de genocídio em Paracatu
Por Sergio U. Dani, de Göttingen, Alemanha, em 4 de setembro de 2010
Acabo de receber cópia do jornal “O Movimento”, que traz reportagem sobre o seminário da mineradora transnacional canadense RPM/Kinrros entitulado "diálogo aberto com a comunidade", que teve o subtítulo “fala que eu te ouço”. O seminário ocorreu na sede da Igreja Presbiteriana do bairro Vila Mariana, em Paracatu, das 8 às 18 horas do dia 21 de agosto. A participação popular foi tímida, o povo está cansado das mentiras da mineradora genocida.
A mineradora trouxe gente da empresa “CEMEA-Centro Mineiro de Estudos Epidemiológicos e Ambientais Limitada (CNPJ 05.334.322/0001-90)”, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e da Universidade Federal de Viçosa (UFV) sob sua batuta para tentar convencer que está tudo bem em Paracatu, que o arsênio não está matando e as casas não estão rachando. Não conseguiu.
Por Sergio U. Dani, de Göttingen, Alemanha, em 4 de setembro de 2010
Acabo de receber cópia do jornal “O Movimento”, que traz reportagem sobre o seminário da mineradora transnacional canadense RPM/Kinrros entitulado "diálogo aberto com a comunidade", que teve o subtítulo “fala que eu te ouço”. O seminário ocorreu na sede da Igreja Presbiteriana do bairro Vila Mariana, em Paracatu, das 8 às 18 horas do dia 21 de agosto. A participação popular foi tímida, o povo está cansado das mentiras da mineradora genocida.
A mineradora trouxe gente da empresa “CEMEA-Centro Mineiro de Estudos Epidemiológicos e Ambientais Limitada (CNPJ 05.334.322/0001-90)”, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e da Universidade Federal de Viçosa (UFV) sob sua batuta para tentar convencer que está tudo bem em Paracatu, que o arsênio não está matando e as casas não estão rachando. Não conseguiu.
terça-feira, 31 de agosto de 2010
No a la mega minería. Defendamos el agua y la vida
No a la mega minería. Defendamos el agua y la vida
27-08-10 Por Jesús Matías Filomeno Ocampo
Porque la mega minería saquea y contamina. Porque ya hay mas de 30 emprendimientos mineros en La Rioja. Porque ya comenzó el plan nuclear y el uranio es radiactivo y mata. Porque ya Guandacol está contaminado. Porque ya están usando el agua de Huaco que todos bebemos. Porque ya se sancionó la ley 8.388 de infraestructura hídrica en Famatina para darles nuestra agua a las mineras. Porque ya destruyeron la cascada Aberastain en Juan Caro. Porque ya se expropiaron miles de hectáreas para la explotación minera. Porque ya Catamarca está contaminada y pobre, luego de 12 años de explotación.
Por esto y más...los riojanos decimos No a los proyectos mega mineros.
Sí al agua. Si a la vida.
27-08-10 Por Jesús Matías Filomeno Ocampo
Porque la mega minería saquea y contamina. Porque ya hay mas de 30 emprendimientos mineros en La Rioja. Porque ya comenzó el plan nuclear y el uranio es radiactivo y mata. Porque ya Guandacol está contaminado. Porque ya están usando el agua de Huaco que todos bebemos. Porque ya se sancionó la ley 8.388 de infraestructura hídrica en Famatina para darles nuestra agua a las mineras. Porque ya destruyeron la cascada Aberastain en Juan Caro. Porque ya se expropiaron miles de hectáreas para la explotación minera. Porque ya Catamarca está contaminada y pobre, luego de 12 años de explotación.
Por esto y más...los riojanos decimos No a los proyectos mega mineros.
Sí al agua. Si a la vida.
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