domingo, 8 de julho de 2012

Segurança pública e direitos humanos debatem mortes anunciadas


Segurança pública e direitos humanos debatem mortes anunciadas

Por Sergio U. Dani, de Heidelberg, Alemanha, em 8 de julho de 2012

As Comissões de Segurança Pública e de Direitos Humanos da ALMG convidam para debater a violência contra comunidades quilombolas em Minas Gerais, especialmente as ameaças de morte sofridas pelo vereador Vanderlei Dias, de Pedro Leopoldo, e pela Sra. Evane Lopes Dias Silva, líder da Comunidade Quilombola de São Domingos, de Paracatu.

Duas mortes anunciadas já seriam razão de alarme, mas infelizmente essas são apenas uma fração do número real de mortes anunciadas.

segunda-feira, 2 de julho de 2012

TROCA INJUSTA



Este é mais um indicador da concentração dos esforços na mina de Paracatu. Problemas já noticiados fazem crer que Paracatu é a salvação da lavoura e pode acontecer um "ou vai ou racha". Embora a Kinross aperfeiçoe os processos internos e a área da mina seja considerada segura para alguns, AINDA NÃO EXISTE MEIO DE OBRIGAR A POEIRA CONTENDO ARSÊNIO A NÃO SAIR DA ÁREA DA MINA. Enfim, ouro lá dentro e arsênio lá fora, ouro para o estrangeiro e arsênio para nós. Troca injusta.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

MENTIRA, POLUIÇÃO E MORTE


No Canadá, Kinross é processada em 3,5 bilhões de dólares por mentir.

No Brasil, empresa polui e mata impunemente.

Investidores canadenses estão reinvidicando na justiça nada menos que $3,5 bilhões de dólares em danos contra a Kinross Gold Corp (TSX: K) e alguns de seus diretores por supostamente fazer afirmações enganosas sobre um projeto de mineração de ouro na África Ocidental.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Arsênio liberado pela Kinross em Paracatu já está bioaccessível, revela estudo


Arsênio liberado pela Kinross em Paracatu já está bioaccessível, revela estudo

Por Sergio U. Dani, de Heidelberg, Alemanha, 17 de maio de 2012.

Estudo financiado pela Kinross Gold Corporation (NYSE:KGC; TSX: K) e realizado por uma equipe da Universidade de Lavras fornece novas evidências sobre a gravidade da contaminacao ambiental causada pelas atividades da própria empresa em Paracatu (1).